MENSAGENS

DINÂMICAS DO RELACIONAMENTO DE CRISTO - 02/07/2017

Texto: Lucas 22: 14 a 24

INTRODUÇÃO

À medida que as pessoas vão conhecendo mais de Deus, suas vidas são transformadas. No contexto da ceia, a dinâmica do relacionamento de Deus fica evidente, mesmo em um ambiente de trevas (v. 53). O ensino de Jesus não era sobre pão e vinho, Ele desejava ensinar que as pessoas recebessem e repartissem a vida de Cristo, servindo e amando até o fim, iluminando e temperando o ambiente de vida.

Está com dúvida ou quer fazer uma pergunta sobre a mensagem, preencha abaixo o formulário com seus dados pra podermos entrar em contato com você.

Baixar Esboço

DESENVOLVIMENTO: Dinâmicas de Relacionamento no Evangelho

1. Dinâmica: “Amar os inimigos (v. 17): Como seria possível amar o inimigo, principalmente em uma época em que os judeus viviam sob a pressão da crueldade romana. Amar o inimigo não significa se apaixonar por ele, no entanto, deve-se buscar a paz, a cura do inimigo, nesse sentido a oração é uma forma de amor, enfrentar o mal com o bem;

2. Dinâmica: “Amar o próximo (v. 23-24): As discussões sobre quem seria o traidor e logo em seguida sobre quem seria o maior deles demonstram que os discípulos não haviam entendido ainda a proposta de Cristo, que nos versos 25 e 26 lhes apresenta com clareza a proposta do Evangelho: “o maior é o que serve”;

3. Dinâmica: “Deixar a prepotência” (v. 31): A prepotência de Pedro se repete na vida atual da igreja evangélica. Pedro logo depois sofre amargamente com as negações preditas por Cristo. Precisamos entender que precisamos de Cristo e nossa vida depende dEle;

4. Dinâmica: “Uma entrega por amor” (v. 35): O ambiente da ceia era uma ambiente de violência, o próprio Messias era esperado como líder militar pelo povo de Israel. Cristo instrui os discípulos a comprar espadas, não para a violência, mas para renegá-la, pois o próprio Cristo se entrega por amor;

5. Dinâmica: “Sair da religiosidade e entrar no coração” (v. 46): Cristo convoca seus seguidores para uma oração “anônima”, fora do ambiente religioso, sem holofotes, sem reconhecimento, sem expectadores, sem religiosidade. Nós também muitas vezes “adormecemos” quando nossas atividades não fazem parte de uma agenda religiosa, Cristo nos convida pois, a trocar a religiosidade pelo coração.

CONCLUSÃO:

Muitas pessoas seguem a Cristo somente de longe, como Pedro fez. Pensam que pensam que as práticas religiosas trazem a presença de Cristo, mas quando Pedro fez isso, negou a Cristo por três vezes, talvez nossa vida também seja assim, dizendo que somos de Cristo, mas negando viver sua vida. Hoje somos desafiados viver através da dinâmica proposta por Cristo, receber e compartilhar sua vida, sejamos então, luz e trevas serão então dissipadas.